Colaboração é um tema recorrente nas organizações, no entanto, pouco aplicado do ponto de vista prático. Enquanto 75% dos profissionais julga a colaboração entre pares de extrema importância, 39% deles creem que suas empresas não se esforçam o suficiente para promover esse tipo de auxílio mútuo.

Investigando sobre o poder da colaboração nas empresas, a Salesforce descobriu que 86% dos profissionais culpa a falta de cooperação por falhas internas, que vão desde as mais básicas até as mais impactantes, como prejuízos financeiros.

E você, conhece o poder da colaboração? Siga conosco por essa leitura e saiba como um Chief Finance Officer (CFO) pode se valer dessa capacidade!

Integrando equipes

CFOs são verdadeiros influenciadores no ambiente de trabalho. Mesmo fora de seus setores de atuação, eles têm opinião garantida e respeitada entre os demais profissionais da empresa. Diante disso, executivos de finanças exercem um importante papel na integração de equipes.

Não estamos falando apenas de promover um ambiente propício ao diálogo e à troca de ideias, mas também de mostrar aos colaboradores da organização que é possível construir conhecimento especializado fazendo uso das tecnologias disponíveis.

Plataformas em nuvem, aplicativos e redes sociais corporativas promovem o intercâmbio de conhecimento na organização e melhoram a capacidade produtiva de cada setor. Exemplo disso é cada liderança de setor ter acesso ao seu controle orçamentário e poder opinar sobre ele em tempo real, contribuindo para a otimização de recursos.

Alinhando objetivos

O poder da colaboração do CFO também está na capacidade de socializar objetivos estratégicos financeiros e conscientizar a organização como um todo sobre a necessidade de racionalizar recursos.

Isso pode ser facilitado com o uso de dashboards de monitoramento que mostram o consumo de recursos da empresa por setor e para geração de insights que auxiliem no aumento da eficiência operacional por meio da redução de custos.

Integrando tais informações a sistemas de gestão financeira, é possível depreender onde há gastos desnecessários e promover mudanças internas que favoreçam a saúde financeira da organização, compartilhando esses dados com o C-suite da empresa – CHROs, CTOs, CMOs, CEOs, CIOs, COOs – e incluindo-os na responsabilidade pelos indicadores financeiros do negócio.

Coordenando interesses

O termo colaboração é visto, por muitas vezes, como algo negativo. No entanto, sabemos que uma empresa depende de suas relações com diversos stakeholders, tais como fornecedores, acionistas e investidores, por exemplo.

Com a transformação digital e a necessidade de tornar os modelos de negócios mais dinâmicos e competitivos, é preciso adotar uma postura colaborativa para com esses atores organizacionais.

A troca de conhecimento e informações estratégicas se faz necessária para formar alianças mais fortes, promover inovações e ingressar em mercados que ofereçam oportunidades de crescimento.

Colaboração essa que pode ser facilitada com o uso de tecnologias como o Business Intelligence, que coleta e analisa dados estruturados e não estruturados, fornecendo conhecimento especializado para que os CFOs tomem decisões com mais propriedade e segurança.

O Vale do Silício é um importante exemplo de como a colaboração entre empresas pode proporcionar crescimento sustentável e lucratividade a longo prazo. Compartilhar inteligência em prol do desenvolvimento de soluções que beneficiem a todos é a garantia de um mercado mais próspero.

E você, usa todo o poder da colaboração em seu dia a dia? Digitalizar as finanças da empresa é um importante passo para alcançar esse nível de competitividade!