
O FEBRABAN Tech 2026 reuniu, mais uma vez, os principais nomes do setor financeiro brasileiro para discutir os rumos da tecnologia bancária. Entre os mais de vinte painéis da programação, dois temas se destacaram por representar, cada um à sua maneira, uma mudança estrutural na forma como bancos, empresas e instituições financeiras vão operar nos próximos anos: a consolidação da duplicata escritural como novo padrão de gestão de recebíveis e o avanço da computação quântica como fronteira tecnológica para o setor.
Mais do que tendências passageiras, esses dois assuntos têm em comum uma mesma pergunta de fundo: como transformar inovação tecnológica em eficiência real para quem precisa operar o financeiro todos os dias? A seguir, reunimos os principais pontos discutidos e o que eles significam na prática.
A duplicata escritural vem consolidando uma mudança importante na forma como empresas gerenciam seus recebíveis. Em vez de documentos físicos ou processos descentralizados, o modelo permite o registro eletrônico e o controle digital dos títulos, trazendo mais transparência, rastreabilidade e segurança para operações financeiras.
O tema foi debatido em um painel conduzido por Bruno Vieira Castro, Thiago Abílio e Tiago Farias Lima, que destacaram os avanços da digitalização dos recebíveis, os desafios da implementação e os benefícios que a duplicata escritural traz para empresas, instituições financeiras e para o mercado como um todo.
Entre os pontos levantados durante o painel, seis benefícios se destacaram como os mais relevantes para quem lida com gestão de recebíveis no dia a dia:
Além desses avanços, a evolução da Inteligência Artificial abre novas possibilidades para o ecossistema da duplicata escritural. A aplicação de IA pode contribuir para a análise automatizada de documentos, identificação de inconsistências, prevenção a fraudes, validação de informações e monitoramento contínuo das operações, tornando a gestão dos recebíveis ainda mais segura, eficiente e escalável.
“A duplicata escritural representa um avanço estrutural para o mercado de crédito no Brasil. Ela estabelece uma infraestrutura padronizada, transparente e muito mais segura para a negociação de recebíveis.” — Luiz Cineli, Head de Crédito da finnet
Na prática, isso significa que quem concede crédito passa a enxergar o histórico completo de cada título, como ele nasceu, quem já usou o valor como garantia e se já foi pago, o que reduz o risco de surpresas e agiliza a decisão de conceder crédito.
A digitalização dos recebíveis já é uma realidade e vem transformando a forma como empresas administram seus ativos financeiros. Nesse cenário, a finnet contribui para uma jornada mais eficiente, segura e integrada, unindo conectividade, inteligência operacional e conhecimento do mercado financeiro para apoiar empresas na transição para o registro eletrônico de títulos.
Outro tema de destaque do FEBRABAN Tech 2026 foi a palestra apresentada por Enrique Vargas, que abordou o potencial da computação quântica para transformar a capacidade de processamento de informações e acelerar a resolução de problemas extremamente complexos.
No setor bancário, a computação quântica surge como uma tecnologia com potencial para revolucionar serviços financeiros. Entre as aplicações mais promissoras estão:
Embora a adoção em larga escala ainda dependa da evolução da tecnologia, instituições financeiras ao redor do mundo já acompanham de perto seu desenvolvimento e avaliam casos de uso capazes de gerar ganhos relevantes de eficiência, segurança e competitividade.
Enquanto o mercado discute os impactos dessas tecnologias emergentes, a finnet já avança na aplicação prática da Inteligência Artificial. Com o lançamento de sua primeira Foundation de IA, a empresa criou uma base sólida para o desenvolvimento de soluções cada vez mais inteligentes, automatizadas e eficientes.
Hoje a inteligência artificial passa por 4 etapas: a primeira é a conversacional; a segunda dá insights; a terceira atua de forma autônoma com você aprovando; e a quarta ela começa tudo sozinha, com política e governança pré-estabelecida. A finnet sabe fazer com inteligência artificial.
“A finnet tem a vocação e sabe o que fazer com a inteligência artificial para entregar qualidade de informação, inteligência e resultado em ação.” — Daniel Fontes, CTO da finnet
Mais do que discutir essas etapas, a finnet já está na prática da orquestração de agentes de IA, coordenando diferentes agentes especializados para atuar de forma integrada nos processos financeiros, com governança e regras de negócio bem definidas.
Essa evolução em etapas impulsiona o finnet Agentic AI, permitindo a criação de agentes capazes de automatizar processos, otimizar análises e apoiar a tomada de decisões com mais agilidade e precisão. Mais do que uma visão de futuro, o finnet Agentic AI reforça o compromisso da finnet em acelerar a transformação digital e levar inovação para os bancos e crescimento para as empresas.
Embora pareçam distantes um do outro, duplicata escritural e computação quântica falam da mesma transformação: a digitalização deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma condição operacional. De um lado, a digitalização de recebíveis já é realidade e exige adaptação imediata de empresas e instituições financeiras. Do outro, a computação quântica ainda está em construção, mas já orienta decisões de investimento e pesquisa de quem quer estar à frente.
Entre o que já é aplicável hoje e o que ainda está em desenvolvimento, uma constante se repete: a tecnologia só gera valor real quando conectada a processos de negócio, governança e segurança. É exatamente nesse espaço, entre a inovação e a operação, que a finnet constrói suas soluções para bancos, cooperativas, fintechs e grandes empresas.
Quer entender como a finnet já aplica inteligência artificial e infraestrutura para transformar a gestão de recebíveis e acelerar operações financeiras? Conheça a duplicata escritural e o finnet Agentic AI.